Vaidade, vaidade
Ainda me matas
De vergonha
Ou em convulsões
De tanto rir
Pois faz  ver-me em outros
Através de ações
Deusa de artistas
Que clamam por ti
Pobres criaturas
Fantoches bufões
Dependentes do espelho
Para reluzir
Vaidade, vaidade
Filha do orgulho
Mãe de Narciso
Quanto de ridículo
O artista passa
Para viver contigo
Vaidade, vaidade
Não te satisfez
Com o homem comum
Pegou em tuas garras
Logo o artista
Esse soldado
Do exército de apenas um

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