Na cápsula do tempo
Do espaço
Das conveniências
Vamos levando a vida
Por detrás de uma vidraça
Em um limite envidraçado
Que recebemos de herança
Como o Mundo consumado
Enquanto lá fora
Na total indiferença há tantos sóis
Circundantes no espaço
Que tornam a presunção humana
Um riso, um esculacho…



Deixe uma resposta