Quarenta primaveras enumeram experiências,
Em escultura de Afrodite contemporânea,
Esculpida no atelier da vivência.
Quarenta verões se passaram em perfeita construção de tua nobre alma,
Forjada  na suavidade de um raio de sol a cada amanhecer,
Concebendo o amor em teu coração numa chama.
Quarenta outonos desfolharam-te amareladas folhas,
Para brotar em teus ramos novos dias em flores,
Que te fazem mais esplendida.
Quarenta invernos recolheram-te a meditar no aconchego de teu coração,
Este manancial de amor e tranqüilidade, tecidos na experiência,
Que te fazem, mulher verdadeira por excelência.

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