Meu cálamo
Que não se cala
Teima em maltratar o papel.
Como uma taça que transborda
Quer esvaziar minha aljava
Disparando setas de amor,
Angustia e desespero.
Assim fez-me poeta, pajador
Assim faz-me transferir
Para as letras
Meu alento, minha dor…

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