Meu inferno é teu olhar
Tua critica assaz ácida.
Meu tormento e ver-me
Em teu rosto, em teus gestos…
Meu inferno és tu humano,
Macaco pelado, que pensa
E por pensar usurpa um lugar
Que não te pertence…
Desça já deste altar!
Humano demasiado humano,
Não passas de uma criatura
Que nasce, cresce e fenece…
Desça já, pois só merece as alturas
Quem sabe voar…

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