Oh mares de águas tranqüilas
E de remansos serenos,
Diga-me, como podes amares;
Sem sofreres dores e tormentos.
Qual é o segredo de teu amor com a lua,
Que se banha nua nas tuas ondas
Como uma dançarina a balançar o corpo
Nas noites de prateada luz em chamas.
Oh mares quanto pranto já ouviram
De poetas e românticos da vida
A lamentarem a desilusão e a aceitação
De um amor ou uma paixão perdida.
